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Como uma explicação geral do procedimento,
num vôo entre São Paulo - Curitiba, pela UL310 BRETA UA310, entraremos
na Terminal de Curitiba pelo fixo LUCAS, na radial 057 do VOR de Curitiba (rumo de aproximção 237). Porém o início da STAR está no fixo BRETA (a 101 milhas fora de Curitiba também na radial 057 do VOR de Curitiba).
Interpretando a STAR, observamos
que a primeira restrição de altitude está a no fixo LUCAS (entrada da TMA), onde devemos manter no máximo o nível de voo FL250. Seguindo a carta, o próximo fixo é o CASY (a 34 milhas fora de Curitiba), onde temos a restrição de altitude mínima no FL150. Esta restrição de altitude agora vai caindo, já que estamos sempre nos aproximando mais. Devemos nos programar para passar o próximo fixo - PICO, restrito no mínimo no FL090. Agora estamos a 15 milhas fora do VOR de Curitiba - CTB. Passando PICO, continuamos nossa descida até o FL080, o qual deveremos manter até bloquearmo o VOR CTB. Então, curvamos a direita para nos afastar pela radial 290 do VOR CTB até 8 milhas, entramos num arco DME de 10 milhas e ao cruzar a radial limitante curvamos para o marcador externo (GISA IC) e completamos com o procedimento em uso para cabeceira 15. |
E como funciona esta teoria na prática ?
Vamos simular um vôo entre São Paulo - Curitiba, na UL310 BRETA UA310
(radial 057 de CTB).
Programe-se para estar perto do F090 a 15 milhas do VOR de Curitiba (fixo PICO), para
não ter que usar uma razão de descida muito alta mais tarde.
Foi utilizado aqui o 737-400 default do FS2002, para melhor compreensão
da utilização dos intrumentos. (ja que todo mundo vai ter
esta aeronave).
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Bom, estamos a 14 milhas do VOR de Curitiba, no FL090, estabilizados na radial 057 do VOR CTB.
Sintonizado no VOR1 e no VOR2 está 116.50 (CTB), e no
ADF, Gisa (370). Iniciamos também uma descida para FL080 (mantenha o ajuste padrão no altímetro ainda),
que é a restrição da STAR para passar o VOR CTB. |
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Agora, estamos a 5 milhas do VOR, estabilizados no FL080, para seu bloqueio. |
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Estamos bloqueando o VOR CTB, curvando a direita a fim de capturar a radial 290 do VOR CTB. Iniciamos também descida para o FL070, seguindo a carta. |
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Curvando ate capturar a radial 290 e baixando para o FL070. |
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Interceptando a radial 290 VOR CTB. |
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Estabilizado na radial 290, estamos agora 5 milhas fora do VOR CTB. Conforme a carta, estamos passando o fixo RIBA. Neste ponto largamos o FL070 e continuamos descida para 5000 pés. Ajuste seu altímetro para o QNH informado pelo controle. |
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Agora, 8 milhas fora, vamos curvar a direita, a fim de entrar num arco de 10 milhas do VOR CTB. Continuamos até 5000 pés. Altímetro ajustado. |
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Estamos no arco DME de 10 milhas. Conforme a carta, mantemos o arco até cruzarmos a a radial 320 do VOR CTB. Ajuste seu OBS1 para 320, e mantenha o arco.
Se voce não souber fazer o ARCO DME, de uma olhadinha no procedimento charlie 2 de Curitiba para as explicações necessárias.. Clique aqui. |
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Bom, estamos cruzando a radial limite do arco (radial 320), pela carta, devemos interceptar o QDM 152 de GISA. Voce também poderá curvar a direita para o externo (GISA NDB 370), continuando descida para 4600 pés. Sobre GISA complete a aproximação com o procedimento que estiver em uso. |
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No nosso caso, faremos a final do charlie 1 ILS. Estamos na proa de GISA. Ajuste seus intrumentos para capturar o localizador. |
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Passando o externo (GISA), estabilizando no localizador, baixado e travado, chame a torre Curitiba em 118.55, bom pouso. |
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4 milhas fora. Pista livre. |
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2 milhas fora. |
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Visão geral da STAR. |
Dúvidas, sugestões, mande-nos um email.
Jonas |